Anne Rosa

Uma escritora de prosa íntima sobre afetos, ausências e os espaços que deixamos de ocupar em nós mesmos.

Trajetória Literária

Onde as palavras encontram aquilo que sentimos

Anne Rosa escreve sobre aquilo que muitas vezes sentimos, mas não conseguimos nomear. Sua escrita nasce das experiências, dos afetos, das ausências e dos espaços que existem entre quem fomos e quem estamos aprendendo a ser.

Em O Espaço Que Era Meu Antes de Caber em Alguém, transforma sentimentos difíceis em palavras que convidam o leitor a parar, reconhecer-se e, talvez, voltar para si.

Porque algumas histórias não chegam para contar quem somos. Chegam para nos lembrar de quem éramos antes de nos perdermos de nós mesmos.

Manifesto

Escrevo sobre os lugares que escrevemos nos outros — e sobre o que acontece quando esquecemos de ocupar o nosso.

Este livro nasceu das coisas que muitas vezes sentimos, mas não sabemos dizer. Das ausências que permanecem, dos vínculos que nos transformam, das partes de nós que deixamos para trás tentando caber em alguém.

Anne Rosa

O processo por trás das palavras

O tempo da criação

01

02

03

A palavra como abrigo

Entre sentir e escrever

Uma história que permanece

A escrita nasceu da necessidade de colocar em palavras aquilo que tantas vezes permanece preso no silêncio: ausências, escolhas, afetos e partes de nós que esquecemos pelo caminho.

Este livro foi construído a partir de sentimentos que pediam espaço. Cada texto atravessa diferentes formas de perda, pertencimento e reencontro consigo mesma.

Mais do que contar uma história, O Espaço Que Era Meu busca deixar uma pergunta: o que acontece quando finalmente percebemos que, antes de caber em alguém, também precisamos voltar a caber em nós?

Permita-se a permanência

Um livro para quem já precisou se afastar de alguém para conseguir se aproximar de si mesma.

Entre páginas sobre ausência, pertencimento, despedidas e recomeços, O Espaço Que Era Meu convida você a olhar para aquilo que ficou esquecido enquanto tentava caber na vida de alguém.

Talvez algumas palavras não tenham sido escritas para contar a sua história, mas tenham sido escritas para fazer você se reconhecer nela.